sábado, 28 de dezembro de 2013

tempinhos

do mais simples,
do que pode ser o simples,
como ser o todo o mundo

Do etéreo, Romãs, dos meus bolsos
movam-se, e não mais se vão
Sei que sois vós da realidade,
não se me movam sem mim
e não se me movam sem razão.

elos de trás das texturas em brisas suspensas

Eu tenho sonhos dos teus tamanhos, e nunca os pego às mãos.

Eduardo M. P. Félix