sábado, 26 de outubro de 2013

Há, porém, a infinitude inapreensível do universo, em verdade, e nele muito mais que eu, em verdade; e em mim todo o amor a mim mesmo que eu posso. A infinitude de que todas as pessoas são mais que todas as pessoas, e sei lá. O problema, ainda, de eu ficar repetindo, como se fosse mantra inconsciente e neurótico, as palavras do meu próprio texto. Há em cada pontada sua de letra, daí, novamente, a sanguinolência de uma humanidade toda de povoações que morre a cada letra à tinta. E as vozes todas delas se exploram. Nise, o mundo é quase lindo.

domingo, 20 de outubro de 2013

Meu ululante vazar calado nas vagas do chão
instante solo, deitar-se
Cristalizar quase ao banheiro

Derreter como cera branca
atravessar a fímbria ao soalho pela nesga acanha do si mesmo
e plof se sumir no mundo

Eduardo M.P Félix

sábado, 19 de outubro de 2013

é o que esperemos.
à intuição da textura real.
então deve ser deleitoso
anha como de  saudade,
míssimas; felicidade  estr  
as ou deleitosas ou  pessi  
tenho sombras de  fantasi  
ais ou menos não sei. mas
ento já definitivo ao que m  
resto do mundo é apontam  
potência - a mim - pois  ao
al já existe e mormente qual
a mim incerta porque na  re
daí é bem mais  lateralidade
ças ou o que é que eu tenho.
eu não sei se tenho  esperan


Eduardo M.P. Félix
Então, eu voltarei de novo à minha cama, com os problemas para os meus sonhos, que são mais que eles (e os envolvem) como perfume e cobertores e colchões enegram o manto e a escuridão... uma infinitude sem pensar me vai dissociar as coisas todas, e eu sentirei aquele aperto, tão velho, tão velho, do não estar... e tudo se me vai desconstruir como etéreo. Merda, eu estou a fim de tocar a realidade!