sábado, 6 de outubro de 2012

     As felicidades doutrem talvez amostrem o que é a atualidade. Perscruta-se ou elas ou por quais niilismos andais, a fim de se antever a época disposta à gente. Eu a procuro: não consigo achar a arte deste tempo, que é, para mim, tão inativo quanto eu não aguente, e daí ouço músicas de antigos, a lembrá-los. A busca, no entanto, da identidade cultural se repetira a eles como ao instante presente, mas agora parece intensificada, e que se não descobrir, tampouco aos seguintes será possível alguma particularidade de estilo, visto os futuros advenham deste.
     Há falta de um continuum estrutural de poesia (sempre ligada à coesão e coerência), e a vista incrustada a ela, a que praticamente não se lhes encarasse a divergência entre matéria e psiquê - meio difícil de realmente se perceber já naturalmente, embora já tenha sido mais - e a isso passasse a época num movimento dado pelas letras e as cores das paisagens, por zil tintas imaginárias igual a reais, vibrantes como pinturas relativas do humor.
     De qualquer modo, todo esse querer é reclamante e chato; se bem que não ocorreria muito se os minutos demonstrassem de vez o seu gênero para eu vivê-lo.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012