quarta-feira, 5 de setembro de 2012

poeminha sobre quaisquer musas

Os meus olhos
entre os seus
entreolham-me
observam-na
desconfiam-me
e escrevem-ma.
Botam-na
caneta o que há de musa
de ideal e austero
e o que há de vero
o que tem de mero
e de excedente.
A verso,
esparso o excelente! :)


Eduardo M.P. Félix